sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008

Morre Boyd Coddington

O rei dos hot rods (veículos customizados que mantêm a lataria de um carro antigo, mas com mecânica moderna), Boyd Coddington, morreu na manhã da quarta-feira (27), nos Estados Unidos, aos 63 anos. A causa da morte não foi divulgada. Coddington era o protagonista do reality show “American Hot Rod” — apresentado no canal por assinatura Discovery Channel —, que retratava o dia-a-dia de sua oficina. Boyd Coddington iniciou a carreira de customização de carros quando tinha 13 anos e criou seu padrão de trabalho e criatividade com o popular “Cadzilla”, considerado uma obra-prima do design. A customização do carro foi baseada em um Cadillac ano 1950. Quem ficou com a obra de arte foi o astro de rock Billy Gibbons do grupo ZZ Top. “Ele fez customizações que não foram feitas por mais ninguém. Mas o mais importante é que os carros que ele redesenhava continuavam a funcionar”, disse o diretor executivo do Museu Automotivo Petersen, em Los Angeles. Coddington também era mecânico. Durante uma época ele trabalhava na Disneyland durante o dia e consertava carros na garagem de casa durante a noite e aos fins de semana. As criações revolucionárias de Coddington atrairam a imaginação dos californianos malucos por carros e, assim, o rei dos hot rods começou as customizações e a fazer dinheiro. Sempre vestido com camisas havaianas, Coddington dizia que amava seu reality show. “Os telespectadores são pessoas que viveram nas décadas de 1950, 1960 e 1970 e amavam esses carros. Agora, eles têm dinheiro”, disse em entrevista para a Associated Press em 2004.

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

Se não tem solução... copie

Certamente você já ouviu a frase: "Se não tem solução, solucionado está". Você ouviu, mas provavelmente a Fiat não, e basta olhar para o novo Siena para concluir isso. Aquela grade dianteira é de que? Aquelas lanternas traseiras altas são de que? Se você falou Audi, acertou. Muita gente boa da própria Audi já torceu o nariz quando a VW resolveu se adonar da sua grade trapezoidal e utilizá-la no novo Golf europeu, imagine então o que pensaram quando viram aquele Siena tão bonito, e graças a eles. Felizmente (para eles) o brasileiro costuma se contentar com o resultado sem questionar os meios utilizados, então parece que o Audi Siena será bem aceito. E vamos esperar para ver quantos meses leva para o próximo face-lift. O próximo pode vir com cara de Mercedes ou BMW :)

Acabamento dos carros nacionais

A maioria dos carros com mais de 2 anos de idade que rodam hoje no Brasil são umas verdadeiras orquestras, tamanha a variedade de tons de plástico batendo que se pode ouvir. Eu sinceramente sempre achei que era algo inevitável dadas as condições das ruas, mas recentemente comprei um Chrysler Neon 98 e fui obrigado a rever essa opinião. Como pode um carro com mais de 100.000Km rodados continuar com tudo firme e com um silêncio melhor do que muitos popularez 0Km? Só tem um nome para isso: qualidade.

Me desculpem os fans incondicionais dos 0Km, eu continuo primando pelo custo X benefício. E já vi muito carro zero sair de fábrica cheio de vícios ocultos e dar muita dor de cabeça.

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008

Rebatimento de banco do Fox

Achei incrível a iniciativa da Volkswagen de se oferecer para instalar gratuitamente uma peça adicional que impossibilita que uma pessoa se machuque durante o processo de rebatimento do banco traseiro do Fox. Mas eles bem que poderiam explicar também porque é que os carros já não saíam de fábrica com essa peçinha, né?

Benvindos ao meu novo blog.

Daí gente, bom, ha anos que sou apaixonado por carros, e ha anos que trabalho na Internet, então não sei por que não comecei este blog antes. A idéia é bem simples, falar sobre paradoxos e contradições do mercado automotivo nacional, que quase sempre fazem o brasileiro se sentir o consumidor menos respeitado da face da terra.

Agora não há muito o que ver por aqui, mas voltem daqui uns meses que já teremos algo.

Abraços!